O Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor – Procon Natal realizou pesquisa de preços da cesta básica na capital potiguar e identificou aumento de preço de 1,58%, ou seja, R$ 6,91 de custo para o consumidor.
Neste mês de fevereiro dos 40 itens que compõem a cesta básica, 28 registraram aumento de preço em comparação ao mês anterior, o que equivale a setenta por centos dos produtos pesquisados e estão com preços maiores. Foram registrados aumentos nas categorias como Açougue e Hortifrúti aumento de (2,11%) e (8,69%), respectivamente.
Produtos que contribuíram para a aumento, na categoria de Hortifrúti: tomate salada kg (15,56%), cebola branca kg (4,02%), repolho kg (13,82%) e chuchu kg (25,28%). Também produtos na categoria de Açougue: carne de segunda músculo (1,52%), pescado file de merluza kg (11,24%), carne de sol primeira kg (0,65%) e caixa de ovos branco grande com 30 unidades (11,24%).
Na categoria de Hortifrúti, o preço médio neste mês foi de R$ 55,98 e no mês anterior R$ 51,50, um total de treze produtos pesquisados, em 92,31% foram encontrados aumento em relação ao mês de janeiro. Para o Açougue o preço médio agora é de R$ 262,71 e antes R$ 257,27 dos sete produtos pesquisados desta categoria em 57,14% foram encontrados este mês com aumento.
Durante o mês de fevereiro, o Núcleo de Pesquisa acompanhou semanalmente o preço médio da cesta básica: na 1ª semana: R$ 440,84, aumento na 2ª semana: R$ 445,96, sendo a semana com o maior preço no mês, redução na 3ª semana: R$ 442,43, com subida na 4ª semana: R$ 445,32. Sendo assim, a segunda e a última semana com os maiores preços no mês.
A pesquisa comparou os preços da cesta básica em diferentes segmentos comerciais, visando orientar os consumidores. O preço médio mais alto foi encontrado nos hipermercados R$ 479,39, enquanto nos supermercados de bairro o valor médio foi de R$ 441,14, uma variação de 8,67%, ou R$ 38,25 de diferença. Já nos atacarejos, o preço médio foi de R$ 410,39. A diferença entre o valor mais caro nos hipermercados e o mais barato nos atacarejos foi de 16,81%, representando uma economia de R$ 69,00 para o consumidor.
Em comparação com o mês anterior foi observado um aumento nos preços na cesta básica dos hipermercados de R$ 14,99 e nos atacarejos R$ 5,81, já nos supermercados foi observado redução de R$ 1,03.
O estudo, realizado pelo Núcleo de Pesquisa do Procon Natal, constatou aumento nos preços por região: A leste teve a maior elevação nos preços de R$ 15,81, seguida pela oeste com R$ R$ 10,17, e a sul com a menor aumento encontrada R$ 3,64. Já na região norte foi observado uma redução nos preços R$ 8,47, o preço médio anterior era de R$ 453,73 e agora R$ 445,26.
Em uma análise geográfica, a pesquisa aponta uma disparidade acentuada: enquanto a Zona Leste sofreu o maior aumento (R$ 15,81), a Zona Norte, registra uma redução de R$ 8,47 nos preços médios.
Mesmo com aumento este mês duas categorias apresentaram redução nos preços: higiene/limpeza e mercearia, de (-7,26%) e (-0,64%), respectivamente.
O Núcleo de Pesquisa monitora semanalmente os preços em 26 estabelecimentos comerciais da capital, abrangendo 40 itens divididos em quatro categorias: Mercearia, Açougue, Higiene/Limpeza e Hortifrúti, nos seguintes segmentos: 8 hipermercados, 7 atacarejos e 11 supermercados de bairro. Os dados são coletados em estabelecimentos distribuídos pelas quatro regiões da cidade e divulgados no início do mês subsequente, incluindo o preço médio da cesta básica mais barata e a variação entre os segmentos.
Para o Núcleo de pesquisa, a cesta básica em Natal revela uma pressão inflacionária de 1,58%, impulsionada principalmente pelo setor de hortifrúti, onde itens essenciais como o chuchu (+25,28%) e o tomate (+15,56%) castigaram o orçamento doméstico.
Diante disso, a melhor estratégia de economia para o natalense consiste em migrar as compras para o modelo de atacarejo, que chega a ser 16,81% mais barato que os hipermercados, gerando uma poupança direta de R$ 69,00 no fechamento do mês.
Por fim, o consumidor deve estar atento às promoções e estratégias de venda dos estabelecimentos, que costumam oferecer descontos em dias específicos. Adotar estratégias de compra e utilizar as informações fornecidas pelo Núcleo de Pesquisa também pode ajudar na economia. Para mais detalhes, dúvidas ou denúncias, o consumidor pode entrar em contato pelo WhatsApp (84) 98812-3865, e-mail procon.natal@natal.gov.br, ou presencialmente na sede do órgão, localizada na Rua Ulisses Caldas, 181, bairro Cidade Alta.






